13/03/2018

Aos 117 anos, homem mais velho do Brasil continua indo à igreja

Guiame com informações do Notícias Adventistas
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Um dos cinco homens mais velhos do mundo é brasileiro. Seu nome é Moacir Gonçalves de Jesus e de fato, ele é de Jesus mesmo. O cristão, mesmo com seus 117 anos, ainda frequenta a igreja Adventista. Não com a mesma frequência de antes, mas sempre está presente nos cultos especiais.

 

Considerado o homem mais velho do Brasil, seu Moacir mora em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. Na última quinta-feira (8) ele celebrou mais um aniversário, juntamente com seus familiares. Seu recorde foi registrado há quatro anos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), tendo como base o registro de aposentadoria.

 

Moacir é um homem que conhece boa parte do Brasil. Ele nasceu na Bahia, ele se mudou para a cidade de Rio das Ostras há cerca de cinco anos para morar com Auriene Reis de Jesus, neta que foi criada por ele. Hoje ela é sua responsável. “Ele tem uma saúde ótima, até melhor que a minha”, diz ela.

 

“Claro que ele não tem tanta clareza na fala, por conta da idade, mas está super bem”, ressalta a neta. Inclusive, foi ela quem fez o avô conhecer a Cristo. Moacir passou a frequentar a igreja com Auriene, que recebeu estudos bíblicos de sua patroa.

 

Mesmo sendo analfabeto, ele mostrava interesse pelos ensinos bíblicos. Então, há três anos ele se batizou em uma cerimônia na praia. Seu pastor ofereceu um batismo no tanque, com água aquecida, mas ele quis que fosse no mar, como sonhava.

 

Com seus 117 anos, seu Moacir não pode mais passar tanto tempo na igreja. Mas, os membros vão até a casa dele para cultos domésticos. “Ele canta junto, bate palma, ora. Ele entende tudo”, afirma a neta.

 

Seu Moacir conhece pelo menos 21 estados do Brasil, pois viajou bastante. Apesar de nunca ter realizado o sonho de ser militar, ele lembra de algo emocionante. Moacir recebeu uma medalha das mãos do presidente Getúlio Vargas.

 

Sua festa de aniversário teve até uma decoração especial. Com direito a bolo e figurino próprios. “Ele não tira a boina por nada”, conta Luciano Souza, que organizou a comemoração. Sua esposa morreu quando ela tinha 83 anos.

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